23 de setembro de 2026 11:24 PM

Foragida de MT é presa enquanto trabalhava em quiosque de Copacabana

Prisão ocorreu com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro

Foto: Reprodução

REDAÇÃO G1 MT

 

Uma mulher de 44 anos, considerada foragida da Justiça de Mato Grosso, foi presa enquanto trabalhava em um quiosque na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (21). Ela é investigada por integrar uma facção criminosa e por lavagem de dinheiro e era um dos alvos da Operação Nocaute, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso na última sexta-feira (18) (assista acima).

A prisão ocorreu com apoio de policiais civis do Rio de Janeiro. O nome da suspeita não foi divulgado.

Segundo as investigações, a mulher teria recebido, por meio de uma transferência via Pix, parte do dinheiro pago por uma vítima de um crime em Sinop, no norte de Mato Grosso. O pagamento, no valor de R$ 169 mil, ocorreu em setembro de 2025.

De acordo com a Polícia Civil, depois de receber o dinheiro, a investigada teria ajudado a pulverizar os valores por meio de várias transferências de quantias menores para diferentes pessoas. Para os investigadores, a movimentação seria uma forma de ocultar a origem do dinheiro.

A mulher era procurada desde a deflagração da Operação Nocaute, que investiga integrantes de uma facção criminosa com atuação em Sinop e conexões no Rio de Janeiro. A operação foi conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop e teve como alvo pessoas suspeitas de fazer parte da estrutura da organização criminosa.

Após ser presa, a suspeita foi encaminhada para o sistema prisional feminino do Rio de Janeiro e ficará à disposição da Justiça de Mato Grosso.

A Draco de Sinop continua as buscas pelos demais investigados que ainda não foram localizados.

Operação Nocaute

A Operação Nocaute foi realizada na sexta-feira (18) para cumprir 51 ordens judiciais contra suspeitos de integrar um núcleo de uma facção criminosa que atua em Sinop, no norte de Mato Grosso, e mantém ligação com o Rio de Janeiro. A investigação apurou possíveis crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Em Mato Grosso, os mandados foram cumpridos em Sinop, Feliz Natal e Cuiabá. Já no Rio de Janeiro, as ações ocorreram na capital e em Nova Iguaçu.

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